''Prefiro ser eu a sofrer em vês das pessoas que amo''. Sim, é verdade, vocês não? Mas em vês de ser eu... São mesmo as pessoas que amo... Neste caso, a pessoa que mais amo neste mundo e por quem daria tudo está a sofrer, não estou a falar das coisas da adolescência (como namoros, etc), estou mesmo a falar de coisas da vida. Problemas à séria. Sim, eu tenho desses problemas, uau, quem me dera ter só problemas relacionados com adolescência. Prefiro chorar por um rapaz e isso depois passa, do que sofrer por alguém que não merece e esse alguém é a minha Mãe. Sim tenho um problema em mãos e não sei como resolve-lo nem o que dizer perante este pesadelo. Será que estou a pagar por todas as coisas más da vida? Não devia ser a minha Mãe com cancro, mas sim eu, não devia ser ela a chorar todos os dias, mas sim eu. Eu. Eu e eu, porque depois ia buscar forças à minha Mãe, à minha salvação e ficava tudo bem... Percebem o que eu digo? Apoio-a sempre, dou-lhe muitos beijinhos (sim, eu e a minha mãe estamos sempre aos beijos), além do mais... Ela é sangue do meu sangue, é uma parte de mim, se ela sofre eu sofro, sem ela eu não sou nada e vê-la a sofrer desta maneira tão perturbadora e não saber o que fazer sem ser abracá-la e sussurrar-lhe ao ouvido ''Mãe, eu amo-te'' e ter que ser forte psicologicamente e fisicamente para não lhe passar as más energias... Não sei como é que existem pessoas que choram só porque não são correspondidas ou porque está frio... Eu choro por coisas más, coisas horríveis, há uma pequena grande diferença. Passar aqueles dias com ela no hospital, estar sentada ao lado dela à noite a dar-lhe a mão enquanto a vi-a sobre o efeito da anestesia... Ali, inconsciente... Sem reacção... Preferia ser eu a estar ali e não a minha Mãe... O meu mais que tudo, o meu verdadeiro amor... Percebem? Ao escrever isto vieram-me as lágrimas aos olhos e porquê? Porque oiço o choro incontrolável da minha Mãe e nunca mas nunca sei o que dizer...
Mãe, porque é que não és de ferro? Mãe, eu sei que és forte e que vais lutar contra esta doença!
MÃE, MÃE, MÃE
♥
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
já deu para perceber*
Não quero dizer nada para não dar azar... Acho que já esqueci quem há muito me esqueceu, acho não... Tenho quase a certeza! Este fim-de-semana longe de todos deu para pensar na minha vida, sim... dois dias chegaram para por as ideias no seu respectivo lugar, para quê estar deprimida com coisas inúteis? Não vale mesmo a pena, levo um dia de cada vez, sem pressa de chegar ao meu destino, porque afinal para quê vivermos preocupados com tudo o que está a nossa volta? As coisas que têm que acontecer acontecem, sem pressas... Sem nada, apenas tudo acontece e sempre por uma razão. Custou-me a perceber isso, quem quer sair da minha vida está à vontade... E os que estão a entrar e que já cá estão há muito tempo? Esses vou amá-los muito e nunca os deixar partir! Em relação ao meu coração... Isso já é complicado, existem muitas coisas por resolver... Mas como já disse, vou levar um dia de cada vez sem pressas e o que acontecer vou aceitar de livre vontade (mas claro que ainda não esqueci aquela pessoa!) (;
Daniela*
Daniela*
domingo, 15 de janeiro de 2012
Aos poucos e poucos, chegamos lá
Agora tenho escrito aqui com mais frequência, provavelmente é porque aqui sinto que posso falar de tudo sem que haja alguém a interromper-me constantemente... O que quero dizer é que aos poucos e poucos está tudo a voltar ao normal, apesar de muitas coisas terem mudado (uma delas o facto de ver as pessoas com outros olhos), a vida sorri para mim, se calhar é porque já sei aquilo que quero e que já esqueci a razão de ter sofrido... Esquecer as pessoas por vezes é difícil, mas incluí-las involuntariamente nos meus pensamentos é ainda pior... Sinto que, de uma maneira ou de outra, volto sempre aos mesmos conflitos e guerras com o meu coração e deparo-me com a seguinte ideia "Já existiu, volta a aparecer", sim não faz sentido algum, mas muitas vezes é isso que me ecoa nos ouvidos e me deixa perdida no meu caminho... Se calhar tenho que mudar de estratégia e refazer as coisas e ver onde estou sempre. A minha vida está a voltar ao normal, mas ainda não é o suficiente. Se calhar...
sábado, 14 de janeiro de 2012
Sim, é esta a minha conclusão :')
Bem... Esta semana foi cheia de tempestades e de vitórias... Aconteceram muitas coisas, o meu cão desapareceu na Quarta-Feira ao fim da tarde e só apareceu Quinta-Feira de manhã, fugiu do meu avô porque eu, o meu pai e a minha avó fomos visitar a minha mãe ao hospital e o meu avô ficou com o meu cão em casa dele... e pronto, ele fugiu.. o meu avô não o conseguiu apanhar. Chegou a passar-lhe um carro por cima, mas felizmente não foi nada de grave, magoou-se numa pata mas já passou. Na noite em que ele desapareceu, estive horas e horas à procura dele, andei andei andei, gritei imenso, chorei como nunca tinha chorado na minha vida, as pessoas olhavam para mim das suas casas, eu cheguei a por-me de joelhos e a rezar... Coisa que nunca tinha feito e não daquela maneira tão desesperante, pedi tanto, cheguei a suplicar. Fiquei rouca, a minha voz falhou e no dia seguinte tinha teste... Mas o que valeu foi que ele apareceu de manhã e o teste correu-me às mil maravilhas. Cheguei a pensar que ele estava morto e mesmo se não tivesse, iria morrer de frio e de fome ou alguém iria ficar com ele... Quando estive com ele pela primeira vez, ele beijou-me imenso, os olhos dele brilhavam, ladrou tão alto... Fiquei mesmo feliz.
Como tinha dito no início, a minha mãe estava no hospital porque foi operada, mas correu tudo bem e já está em casa, ao inicio quando soube que tinha que ser operada ficou devastada, mas depois percebeu que era para o bem dela e que tinha mesmo que ser operada, dei-lhe imenso apoio e durante o tempo em que esteve no hospital fui visitá-la sempre que podia e via-se pela cara dela que estava bem, o que me sossegava. Agora está em repouso e não pode fazer esforços... O que significa que vou ajudá-la em tudo! Ela não vai saber o que aconteceu com o meu cão, pelo menos não agora.... Mas está tudo maravilhoso, pelo menos com aqueles que me rodeiam!
Conclusão? Não vale a pena chorarmos por coisas fúteis como: Partir uma unha, chorarmos por alguém que NÃO nos merece, chorarmos porque as coisas não nos correm bem num dia, chorarmos porque o dia lá de fora é deprimente... Chorarmos por tudo e por nada. Há pessoas a passarem por coisas horríveis e que muitas das vezes essas pessoas não fizeram de nada para merecerem o que lhes está a acontecer... Eu aprendi isso esta semana, só vou chorar quando as coisas estiverem no seu limite e o meu corpo doer, até lá... Vou sorrir e esquecer tudo o que se passou no passado e recuperar até atingir os meus 110%
Como tinha dito no início, a minha mãe estava no hospital porque foi operada, mas correu tudo bem e já está em casa, ao inicio quando soube que tinha que ser operada ficou devastada, mas depois percebeu que era para o bem dela e que tinha mesmo que ser operada, dei-lhe imenso apoio e durante o tempo em que esteve no hospital fui visitá-la sempre que podia e via-se pela cara dela que estava bem, o que me sossegava. Agora está em repouso e não pode fazer esforços... O que significa que vou ajudá-la em tudo! Ela não vai saber o que aconteceu com o meu cão, pelo menos não agora.... Mas está tudo maravilhoso, pelo menos com aqueles que me rodeiam!
Conclusão? Não vale a pena chorarmos por coisas fúteis como: Partir uma unha, chorarmos por alguém que NÃO nos merece, chorarmos porque as coisas não nos correm bem num dia, chorarmos porque o dia lá de fora é deprimente... Chorarmos por tudo e por nada. Há pessoas a passarem por coisas horríveis e que muitas das vezes essas pessoas não fizeram de nada para merecerem o que lhes está a acontecer... Eu aprendi isso esta semana, só vou chorar quando as coisas estiverem no seu limite e o meu corpo doer, até lá... Vou sorrir e esquecer tudo o que se passou no passado e recuperar até atingir os meus 110%
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
é só esperar?
o meu coração dói, tenho uma voz dentro da minha cabeça que não pára de gritar bem alto ''NÃO'', o meu respirar não tem o mesmo ritmo, o meu corpo está instável. Custa respirar fundo, sinto um aperto gigante dentro de mim, os meus olhos não param de olhar em volta à tua procura por detrás destas lágrimas todas. Estou fria, distante do meu próprio corpo. Deixei a minha alma noutro lugar bem distante de onde costumo estar... Ou será que eu é que estou noutro sítio? Parece que sim, não me consigo adaptar a esta vida, ou então, a minha outra vida não me quer largar... É o que mais parece. Não consigo mudar, não consigo pensar como deve de ser, tenho tudo baralhado cá dentro, não consigo sorrir porque custa tentar pensar em alguma coisa que me faça feliz... O que é que me faz feliz? Pergunto-me. E agora que escrevi esta pergunta, a palavra ''ele'' veio-me à cabeça, porque razão é que é assim tão automático? Estou assim tão entregue a uma pessoa? A uma pessoa que nem sequer merece ser tão amada? Estou assim tão "apaixonada"? Pouco me importa já dizer tudo aqui, não tenho nada a perder... Mas não, afinal... Eu gosto de guardar as coisas para mim, para mais tarde não ser prejudicada... Escrever faz-me bem, por este andar vai ser desta maneira que me vou encontrar e adaptar-me a esta vida que tenho... Vou percorrer um longo caminho... Mas desde que tenha forças para escrever embora comece a ficar sem elas... Sem as minhas forças... Até mesmo para falar, porque afinal, o amor é assim não é? Ele dói muito, é mau, egoísta, indestrutível... E eu sou mais uma das muitas vítimas... Estou sozinha. Vou continuar sozinha, ou seja, vou ter que superar esta dor: sozinha. Pois, custa escrever esta palavra... Mas, por vezes, só conseguimos estar sozinhos porque não somos companhia para ninguém. É isso, vou-me afastar e esperar para ver no que dá... A ver se esta dor tão grande se evapora... Aos poucos e poucos... Esperar...
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Como é que deixei o meu coração chegar a este ponto?!
Hoje custou-me imenso passar este dia... É sempre a mesma coisa, nada de novo acontece... Não sei quantos dias mais vou ter que esperar por ti, não sei quantos mais textos vou escrever sobre ti para aliviar um bocado o meu coração. Estou farta de te imaginar, estou sempre a olhar em volta a ver se te vejo, estou farta de pensar no dia em que virás e que me levarás contigo... Longe de tudo e de todos. Não queria ser egoísta, mas estou farta das pessoas que me rodeiam.. Não é que não goste delas, nada disso, apenas estou farta das mesmas coisas, estou farta de todos mesmo, sem excepções. Hoje soube que a pessoa que gosto, depois disto tudo, não quer mesmo saber de mim... Já nem sei como o encarar, não sei o que lhe dizer, quem me dera que fosse tudo diferente, faria de tudo para que ele me fosse indiferente. Não. Não vou dizer aqui o que sinto, não vou entrar em lamechices... Fiquei sem fôlego quando soube que provavelmente havia outra pessoa na vida dele... Caiu-me o mundo quando soube que ele nunca mais seria meu. Sim, eu sei que deves estar a ler isto... Tudo o que não tive coragem para te dizer quando me disseste que achas piada a alguém, estou a dizer agora. Mais uma vez, devo estar a ser egoísta... Devia estar feliz por ti, mas não consigo. Não consigo. Não me peças para te esquecer mais uma vez, eu não consigo. Estou cansada, cansada de te ver bem e de que não te importas comigo... Estou farta mesmo, tenho sentimentos e esses sentimentos são entregues a ti. Cheguei mesmo a pensar que naquele teu texto, fosse eu a pessoa de quem estavas a falar... Mas afinal... Como é que pude ser tão ingenua? Claro que não sou eu. Percebi isso depois de termos falado. Desculpa por dizer isto aqui e desta maneira tão descabida... Mas estou tão mas tão triste comigo mesma.. Que já não dá, chega mesmo a doer!
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
E amanhã começa mais um dia... Começa tudo outra vez, acordar, levantar e sobreviver. Quando é que apareces na minha vida? Já me deste o tal sinal? Claro que não... Nem sei quem tu és e se existes mesmo. Já tive tantas desilusões de amor... Tu podias aparecer e salvar-me. Não estou a falar daqueles contos de fadas onde o príncipe salva a sua princesa da alta torre com o seu cavalo branco. Isso é demasiado piroso, mas o que quero dizer é que te quero na minha vida, percebes? Quero partilhar tudo contigo, quero estar sempre a teu lado. Vais ser tu, o primeiro rapaz, que vou apresentar aos meus pais? Duvido... Sabes porquê? Tens demasiado medo para aparecer na minha vida, tens demasiado medo de me beijar... E eu? Eu tenho demasiado medo que algum dia entres na minha vida e que nunca mais te consiga deixar ir embora... Tenho medo de te beijar e de não te conseguir largar nunca mais... Mas, afinal, os medos são para serem ultrapassados.. Não é? E que tal ultrapassarmos em conjunto? Já nem sei o que dizer e fazer para apareceres de uma vez por todas, porque, afinal.. Quem és tu?
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